MAPFRE sobe ao 5º lugar no ranking das seguradoras europeias

A MAPFRE ultrapassou a seguradora alemã Talanx e ascendeu ao quinto lugar no ranking das maiores seguradoras europeias no ramo Não Vida com um volume de negócios de 17 700 milhões de euros. Em Portugal o volume global de negócios ultrapassou os 289 milhões de euros em 2016, mais 193% que no ano anterior.

De acordo com o novo CEO da MAPFRE em Portugal, Luis Anula, o resultado líquido no mercado português foi superior a 9,2 milhões de euros no conjunto das três sociedades do grupo (MAPFRE-Seguros Gerais, MAPFRE-Seguros de Vida e Bankinter Vida).

A parceria estabelecida com o Bankinter para o ramo Vida teve um forte contributo para estes resultados, pretendendo a MAPFRE reforçar o crescimento em Portugal, nomeadamente através de novas ferramentas de negócio que se prepara para lançar e de uma rede própria de distribuição, que deverá passar as atuais 79 para 125 lojas até 2020.

O setor das empresas representava, no início de 2017, 43% do volume de negócios.

De acordo com um estudo e ranking europeu, agora publicado pela Fundação MAPFRE, o segmento Não Vida teve um desempenho melhor que o de Vida, devido a uma contração do seguro de vida nos mercados avançados, que não tinha sido totalmente compensada pelo rápido crescimento dos países emergentes, em especial a China.

Neste segmento de mercado, os 15 principais grupos seguradores europeus emitiram 250 mil milhões de euros em prémios de seguros Não Vida, um valor idêntico ao do ano anterior.

Apesar da depreciação da libra e das moedas latino-americanas face ao euro, o resultado líquido agregado dos 15 maiores grupos seguradores europeus aumentou 6,4% em 2016 em relação ao exercício anterior, ascendendo a 30,1 mil milhões de euros.

Em julho de 2017 terminou o prazo para a publicação do primeiro Relatório sobre a Situação Financeira e Solvência da União Europeia, o qual evidenciou uma situação equilibrada em todos os 15 grupos seguradores, apresentando sete deles fundos próprios com o dobro do capital de solvência obrigatório.

 

Resultados do Grupo NOVO BANCO no 1º Semestre de 2017

NOVO BANCO reduz prejuízo em 19,9%. Resultados operacionais crescem 20,5%

O Grupo NOVO BANCO obteve um resultado negativo em 290,3M€ no 1º semestre de 2017, que compara favoravelmente com o prejuízo de 362,6M€ registado até junho de 2016, tendo em conta o ainda elevado nível de provisionamento.

No entanto, o resultado operacional (antes de imparidades e impostos) foi positivo em 171,5M€ (+20,5% que no 1º semestre de 2016), demonstrativo da capacidade de geração de resultados por parte do Grupo NOVO BANCO.

Segundo António Ramalho, CEO do NOVO BANCO, “estes resultados evidenciam o enorme esforço de reestruturação do banco, quer no aumento dos resultados operacionais, quer na redução continuada de custos”.

Os custos operativos situaram-se em 265,2M€, evidenciando um decréscimo de 39,0M€ (-12,8%) face ao período homólogo do ano anterior, confirmando a tendência de redução que se tem verificado desde a criação do NOVO BANCO.

O montante afeto a provisões, no valor de 413,1M€, regista uma redução de 163,6M€ em relação ao período homólogo (28,4%). No decorrer deste semestre foi constituída uma provisão para reestruturação (39,1M€) e para atividades em descontinuação (40,0M€). As imparidades para crédito no valor de 258,3M€ mantêmum nível elevado e semelhante ao semestre homólogo (junho 2016: 282,4M€).

O crédito a clientes totalizou 32,2mM€ tendo registado, neste trimestre, uma redução de 1,3mM€ no âmbito do processo de desalavancagem em curso; os depósitos de clientes (25,4mM€) ficaram acima do registado no primeiro trimestre de 2017 (+0,2 mM€), com o rácio de transformação a evoluir favoravelmente para 106% (dez-16: 110%).

O rácio de capital regulamentar Common Equity Tier 1 (CET1), estimado para 30 de junho de 2017, fixou-se em 10,8%.

De salientar a expressiva redução do crédito non performing que passou de 11,3mM€ em dezembro de 2016 para 10,4mM€ em junho de 2017 (redução de 0,9mM€), com o respetivo rácio de cobertura a atingir 50% (dez-16:48%). A sinistralidade apresenta uma melhoria de 130pb situando-se em 32,1%.

 

Docapesca melhora redes de água e de energia elétrica das pontes-cais do porto de pesca do rio Arade

A Docapesca vai reabilitar as redes de água e de energia elétrica das duas pontes-cais do porto de pesca do rio Arade. O concurso público será lançado no curto prazo com um preço base de 120 mil euros. Este investimento vai permitir o acesso a água e energia elétrica das embarcações de pesca que utilizam as pontes-cais para atracagem e estacionamento, criando melhores condições para o desempenho da sua atividade com elevados padrões de higiene e segurança alimentar.

O anúncio foi feito esta manhã, em Portimão, numa cerimónia presidida pela ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e que incluiu também a assinatura do contrato para a reabilitação de escadas e defensas nos portos de pesca de Portimão, Lagos e de Sagres.

No que diz respeito à rede de água, o objetivo será substituir as tubagens e respetivos acessórios por materiais em polietileno de alta densidade e pressão nominal para transporte e abastecimento de água potável. Será executada uma estrutura em betão armado para instalação de uma bateria de contadores com electroválvulas e válvulas de seccionamento de esfera.

Relativamente à rede de energia elétrica, está previsto o fornecimento e montagem de novos armários de distribuição de energia e de iluminação e novos ramais de alimentação da rede, assim como novas colunas de iluminação, equipadas com luminárias baseadas em tecnologia LED.

O projeto tem ainda uma componente de engenharia de automação que vai permitir a monitorização remota dos consumos de água e de energia elétrica e, quando necessário, se atue sobre estes mecanismos a partir de um sistema de controlo central.

Pretende-se que a perspetiva inovadora deste projeto, diretamente associada à sua componente de automação, dê um forte contributo para uma utilização mais eficiente de recursos nos portos de pesca, contribuindo assim para a sustentabilidade ambiental, económica e social deste setor de atividade.

No final da manhã, já em Olhão, a ministra do Mar homologou o protocolo entre a Docapesca e a Câmara Municipal, com vista à reabilitação das três rampas de abastecimento às ilhas.

 

NOVO BANCO lança Micro Cartão de débito Contactless pioneiro em Portugal

O NOVO BANCO lança hoje, dia 21de julho, o NB Micro Cartão Contactless, um cartão de débito único em Portugal. Este Micro Cartão pode ser colado no telemóvel ou em qualquer outro objeto que ande sempre com a pessoa e permite fazer pagamentos no mundo inteiro com um simples toque num TPA.

Este é o primeiro lançamento em Portugal deste tipo de cartão e uma clara aposta numa tendência internacional dos meios de pagamento de estarem presentes não apenas nas carteiras das pessoas mas também noutros elementos “wearables” (telemóveis, porta-chaves, pulseiras) do dia-a-dia.

O NB Micro Cartão Contactless transforma o objeto onde for colado num cartão de débito. Com a mesma segurança dos cartões bancários tradicionais que têm tecnologia contactless, permite fazer tanto pequenas como grandes compras.

Para pagar uma compra, basta “tocar” com o NB Micro Cartão Contactless num TPA (terminal de pagamento automático) com tecnologia contactless. A compra é confirmada com um som ou um sinal. E se a compra for superior a 20€ ou quando nesse dia fizer compras superiores a 80€, para maior segurança é solicitado o PIN para confirmar a mesma.

A tecnologia contactless está muito espalhada na Europa e, em Portugal, está já disponível em mais de 45.000 terminais. As pessoas passam assim a poder ir ao supermercado, ao restaurante, tomar uma bebida, comprar um livro…apenas com o seu telemóvel. Muito prático, com este micro cartão do NOVO BANCO a compra leva menos tempo e o cartão nunca sai da mão do cliente.

O NB Micro Cartão Contactless é totalmente compatível com todos os TPAs com funcionalidade contactless que aceitem a marca VISA e possui as mesmas características de segurança dos restantes cartões contactless. Graças à tecnologia do chip EMV presente neste micro cartão, todas as compras são encriptadas.

Com o lançamento, numa primeira fase, de 50.000 micro cartões, o NOVO BANCO coloca-se, uma vez mais, na linha da frente da inovação em meios de pagamento em Portugal.

Com o NB Micro Cartão Contactless, disponível em qualquer balcão do NOVO BANCO, já pode ir à praia, fazer jogging ou mesmo passear o cão sem ter de se preocupar em levar a carteira.

Campanha de serviços de quotidiano

O lançamento do NB Micro Cartão Contactless irá ser acompanhado por uma campanha de publicidade de produtos e serviços de quotidiano.

Desde o NB Micro Cartão Contactless, com o qual pode ir às compras sem levar a carteira, ao Cartão Branco, o único cartão de crédito com 0% de juros. Não esquecendo a NB smart app, com entrada por impressão digital onde pode fazer os seus movimentos habituais com muito menos cliques. Ou o Orçamento Familiar, que organiza automaticamente todas as suas despesas no NBnet.

E, para fazer face a imprevistos, o Crédito Ordenado, que pode pedir online ou o Cash Advance, também disponível online, com adiantamento do limite de crédito disponível no seu cartão para a sua conta à ordem.

Com o claim: Um banco que faz o seu dia-a-dia render? Isto é novo. É NOVO BANCO, a campanha, desenvolvida pela BBDO, é lançada também hoje, 21 de julho, e estará presente em todas as agências do NOVO BANCO, na rádio e em digital.

 

Bankinter e MAPFRE com parceria estratégica

O Bankinter Portugal e a Mapfre Seguros Gerais – Seguros Não Vida estabeleceram uma parceria estratégica para disponibilizar produtos exclusivos aos clientes do Bankinter nos segmentos “Empresas” e “Particulares”.

Ao abrigo do protocolo agora assinado, ambas as entidades colaboram para a criação de uma oferta alargada para clientes particulares e empresas, incluindo seguros de saúde, multi-riscos habitação, acidentes pessoais, automóvel e animais domésticos e, ainda, multi-riscos comercio, automóvel e outros bens em leasing, todos os riscos e acidentes de trabalho.

Adicionalmente existirá o apoio das áreas comerciais da Mapfre junto das redes comerciais Bankinter, para serviço especializado a clientes com necessidades específicas.

O protocolo contempla ainda o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas pela Mapfre para simulação e contratação de seguros, cabendo também à seguradora o serviço pós-venda e a assistência aos clientes do Bankinter.

 

Arrancou a terceira fase da recuperação da rampa do porto de pesca da Ericeira

A Docapesca já iniciou a terceira fase das obras de recuperação da rampa varadouro do porto de pesca da Ericeira, garantindo assim melhores condições de trabalho e de segurança para os pescadores. Com esta intervenção – a terceira desde 2016 – o investimento total ascende a 441 mil euros.

A obra agora em curso visa a consolidação definitiva das laterais da rampa, protegendo-a dos efeitos da forte agitação marítima que carateriza a zona e que tem sido responsável pela projeção de uma grande quantidade de pedras para este acesso ao mar pelas embarcações de pesca.

O concurso de “reordenamento e proteção do acesso e envolvente à rampa varadouro da Ericeira” foi lançado em 20 de dezembro. Depois de cumpridos todos os trâmites legais, a adjudicação ocorreu em 17 de março.
Após a sua conclusão, a areia atualmente depositada na área terrestre do porto da Ericeira será removida, no sentido de repor a normalidade no funcionamento deste porto de pesca.

Todas as intervenções realizadas pela Docapesca no porto da Ericeira têm sido desenvolvidas em estreita articulação com os diferentes parceiros locais, como é o caso da Câmara Municipal de Mafra, da Junta de Freguesia da Ericeira, da Associação de Pescadores Profissionais da Ericeira (APPER) e do Clube Naval da Ericeira.

 

ODISSEIA estreia documentário “Airbnb, Sonho ou Pesadelo?”

Numa altura em que Portugal vive uma era de atração turística sem precedentes, o Odisseia estreia sábado, dia 29 de julho, às 22h00, o documentário “Airbnb, Sonho ou Pesadelo?”, que retrata os prós e contras desta plataforma ‘online’ de alojamento que em 2016 gerou um impacto económico de 1,07 mil milhões de euros em Portugal, quase o dobro de 2015.

Lançado em 2008, o Airbnb tem mudado a forma de viajar e de procurar onde ficar hospedado. O Airbnb – que hoje em dia vale muitos milhões de euros – ajudou os proprietários de imóveis em todo o mundo a tornarem-se pequenos hoteleiros, permitindo que os hóspedes passem a noite num quarto, ou aluguem toda a casa por um determinado período.

Até à data, o Airbnb ajudou a receber mais de 160 milhões de hóspedes em mais de três milhões de propriedades de 190 países, de acordo com as próprias estatísticas da empresa.

Contudo, por detrás destes números impressionantes e do design apelativo das páginas web, esconde-se também um lado obscuro: proprietários fraudulentos, inquilinos que se transformam em verdadeiros pesadelos e um sistema legal que não está à altura.

Neste documentário de 60 minutos, o Odisseia investiga ainda a ocupação ilegal, os quartos sem higiene, as casas assaltadas, desvendando alguns dos casos mais bizarros da história da empresa.

Em Portugal, segundo dados divulgados pela Airbnb, os proprietários alugam o seu espaço, em média, 39 noites por ano, e obtêm um rendimento suplementar de 3350 euros anuais. Os portugueses com casas nesta plataforma digital receberam, em 2016, 1,65 milhões de hóspedes provenientes dos mais variados destinos.

 

Fundação MAPFRE investe 330 mil euros em bolsas de investigação

Os estudantes e investigadores portugueses já se podem candidatar ao apoio que a Fundação MAPFRE oferece no âmbito da investigação nas áreas de cuidados a pessoas idosas, promoção da saúde e seguro e previdência social, representando um investimento global na ordem de 330 mil euros.

No valor de 15 mil euros, a Bolsa Primitivo de Vega tem como objetivo apoiar trabalhos de investigação na área de cuidados a pessoas idosas, sendo que os projetos deverão estar relacionados com as áreas de instrumentos de classificação da dependência e dos usuários, divulgação e consciencialização no atendimento a idosos, promoção do envelhecimento ativo e inovações tecnológicas.

Esta bolsa, cujas candidaturas decorrem até 20 de outubro, será concedida ao investigador principal como seu beneficiário ou, a pedido deste, à instituição à qual estiver veiculado e onde decorre o trabalho de investigação. O regulamento, bem como o formulário de inscrição estão disponíveis em: http://www.fundacionmapfre.com.br/primitivo-vega.html.

Nas áreas de Promoção da Saúde e Seguro e Previdência Social, a Fundação MAPFRE tem as Ajudas à Investigação Ignacio H. Larramendi, concedendo apoio financeiro a projetos de investigação no valor global de 315 mil euros.
Estas bolsas destinam-se a investigadores ou equipas de investigação do âmbito académico e profissional que desejem desenvolver trabalhos nas áreas mencionadas, de forma independente ou no âmbito de universidades, hospitais, empresas ou instituições a que estejam vinculados.

Os trabalhos de investigação deverão basear-se em temáticas relacionadas com as estratégias para a mudança de hábitos na promoção da saúde, educação para pacientes, avaliação de danos corporais, gestão sanitária, seguros e previdência social.

O programa de apoio à investigação Ignacio H.Larramendi foi criado em 1979 e financiou, desde então, 1925 projetos. Este ano, o valor máximo para cada uma das ajudas à investigação será de 48 mil euros, na área de Promoção da Saúde, e de 15 mil euros, na área de Seguro e Previdência Social.

O prazo de inscrições termina a 13 de outubro de 2017, podendo ser feitas online. Para consultar informações adicionais e o regulamento basta aceder a: http://www.fundacionmapfre.com.br/larramendi.html.

Em 2016, a Fundação MAPFRE concedeu um total de 681 mil euros a 21 projetos de investigação realizados em centros, universidades, empresas e hospitais de Portugal, Espanha, México, Brasil, Colômbia e Peru.

No caso de Portugal, a Fundação MAPFRE atribuiu uma bolsa no âmbito do seguro e previdência social a Alfredo Egídio dos Reis, da Universidade de Lisboa, pelo trabalho que estima os efeitos do avanço tecnológico na definição dos prémios do seguro automóvel (projeto CEMAPRE), e no âmbito da segurança e prevenção rodoviária, a Sara Ferreira, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto – Centro de Investigação do Território, Transportes e Ambiente, pelo projeto SIESTA que permite reforçar a segurança através de dados do nível de sonolência do motorista em tempo real.

 

Estreia da última temporada de ‘Turn: Espiões de Washington’

Na próxima sexta-feira, dia 7 de julho pelas 22h10, poucos dias depois da celebração do Dia da Independência nos EUA, o AMC estreia em exclusivo em Portugal a quarta e última temporada de ‘TURN: Espiões de Washington’. Os 10 novos episódios exploram os tensos e apaixonantes acontecimentos que viveram os primeiros espiões da história dos Estados Unidos. Intrigas, segredos e traições são os ingredientes principais de uma série que conta com o selo de qualidade AMC.

Protagonizada pelo vencedor de um prémio BAFTA Jamie Bell (“Billy Eliot”, “As Bandeiras dos Nossos Pais”) e baseada na novela de Alexander Rose ‘Washington´s Spies’, a quarta temporada de “TURN: Espiões de Washington” arranca quando o célebre traidor Benedict Arnold (Owain Yeoman) executa a sua vingança contra George Washington (Ian Kahn) encurralando suspeitos de espionagem para impressionar os seus novos comandantes britânicos.

Abe Woodhull e o resto dos membros de Anillo Culper escapam das garras de Arnold e isto provoca inesperadas consequências que obrigam Abe a procurar vingança. Para sobreviver, Abraham deve esquecer a sua sede de sangue e dirigir a sua atenção para a única coisa que realmente importa: ganhar a guerra.

As três primeiras temporadas de ‘TURN: Espiões de Washington’ foram muito bem acolhidas pelos críticos de televisão dos EUA. The New York Times descreve que “uma vez que a trama arranca e a espionagem entra em ação, a história torna-se clara e emocionante. As cenas de batalha são inquietantemente reais” e o Entertainment Weekly refere que “TURN está cheio de ideias provocadoras, como a tortura, a homossexualidade, a política e de criativos e divertidos jogos de espiões”.

‘TURN’ é uma produção do AMC Studios, que conta com Seth Numrich como Benjamin Tallmadge, Daniel Henshall como Caleb Brewster, Heather Lind como Anna Strong, Kevin R. McNally como Juiz Richard Woodhull, Meegan Warner como Mary Woodhull, Burn Gorman no papel do Major Hewlett, Angus Macfadyen como Robert Rogers, Samuel Roukin como Capitão John Simcoe, Ksenia Solo no papel de Peggy Shippen e Nick Westrate como Robert Townsend. ‘TURN: Espiões de Washington’ é produzida por Craig Silverstein (Nikita), Barry Josephson (Bones, Enchanted), Michael Taylor (‘Battlestar Galactica’), Andrew Colville (“Nikita”) e Henry Bronchtein (‘Os Sopranos’).

 

ODISSEIA estreia segunda temporada de “Sonhar o Futuro”

Como será o mundo em 2050? O desafio está lançado, em Junho o Odisseia assinala a estreia da segunda temporada da série documental “Sonhar o Futuro” e convida os espectadores a imaginar as descobertas, projetos e tendências que moldarão a vida de amanhã ao longo de dez episódios reveladores, exibidos todas as quintas-feiras a partir do dia 22 junho, sempre às 22h00.

Como nos vamos divertir? Que trabalhos gostaremos de exercer? Quais serão os novos meios de comunicação? Teremos sucesso na reciclagem de 100% dos resíduos? Como proteger os oceanos? Como será a agricultura e as novas formas de expressão artística? Tornar-nos-emos chefs gourmet? Como adaptar as cidades ao aumento da população? Como preservar a herança da humanidade para mais facilmente a transmitir às gerações futuras?

“Entretenimento”, “Cozinha”, “Comunicação”, “Trabalho”, “Cidades”, “Arte”, “História”, “Oceanos”, “Agricultura” e “Lixo” são os temas dos novos episódios da segunda temporada desta série inédita desenhada de acordo com uma imagem visual futurista de alta tecnologia e um estilo otimista e sugestivo, para mostrar aos espectadores as inovações que transformarão as suas vidas quotidianas, porque o futuro é atualidade.

O músico Moby, o actor Jeremy Irons, o atleta Guillaume Néry, o diretor artístico vencedor de um Óscar John Gaeta ou o chef especialista em cozinha molecular, vencedor de uma estrela Michelin, Thierry Marx, são alguns dos pensadores criativos que contribuem com as suas reflexões sobre o futuro da humanidade.

A equipa de “Sonhar o Futuro” visitou mais de 25 países nos cinco continentes para reunir os sonhos de futuro de inúmeros cientistas e pensadores que têm oportunidade de dar a conhecer as suas reflexões sobre os projetos e tendências que moldarão o futuro em empolgantes episódios de sessenta minutos construídos com recurso a efeitos especiais de última geração e fragmentos cinematográficos.

“Entretenimento”, o primeiro episódio da segunda temporada estreia dia 22 de junho e conta com a participação especial de John Gaeta, director artistico e produtor, vencedor de um Óscar pelo seu trabalho na trilogia Matrix, que contribui com as suas reflexões sobre o futuro dos jogos e instrumentos de diversão.

Ser sustentável, preservar os recursos do planeta e lidar com o excessivo consumo de carne são alguns dos desafios colocados no segundo episódio “Cozinha”, com exibição dia 29 de junho e que reflete o contributo de Lynette Kucsma, Fundadora da Natural Machines para a criação dos electrodomésticos do futuro, tendo recentemente desenvolvido uma impressora 3D de comida e ainda as mais recentes experiências de dois chefs premiados com estrelas Michelin: Pierre Gagnaire e Thierry Marx, especialista em cozinha molecular na adição de sabor através do uso de novos ingredientes como algas ou insectos.

Com o contributo do compositor e artista de música electrónica, Moby, o documentário dedicado à “Comunicação”, que estreia dia 6 de julho, acompanha o “mundo de possibilidades” que os sistemas de inteligência artificial, os hologramas ou a telepatia oferecem, imaginando uma realidade em que possamos comunicar simplesmente através do pensamento.

“Trabalho”, com estreia dia 13 de julho, revela a forma como em todo o mundo investigadores, inovadores e empreendedores reinventam a nossa relação com o trabalho de acordo com as imensas possibilidades da nova era digital: a generalização da robótica, a explosão do ‘Big Data’ e a Cloud no local de trabalho. Este programa conta com o contributo especial de Vandana Shiva, ecologista e diretora do Research Foundation for Science, Technology and Ecology na India.

No futuro, as “Cidades” terão de acomodar um milhão de pessoas todas as semanas. A modulação 3D e o poder o algoritmos está a revolucionar o trabalho de arquitetos como Alejandro Aravena, vencedor do Pritzker Prize for Architecture em 2016, que participa neste episódio, com estreia agendada para dia 20 de julho.

Com a participação especial de Nick Knight, artista e fotógrafo de moda, o programa dedicado à “Arte” reflete no dia 27 de julho a forma como as técnicas digitais, fluxo de dados, poder de cálculo e a visualização 3D são algumas das ferramentas que contribuíram para as novas formas de expressão artística, que no futuro serão cada vez mais imersivas, partilháveis, hibridas, robóticas e até interativas.

As novas tecnologias e a realidade virtual possibilitam ampliam os mecanismos disponíveis para a conservação da herança cultural da humanidade. No capitulo dedicado à “História”, com o contributo de Irina Bokova, Diretora Geral da UNESCO e exibição dia 3 de agosto, o Odisseia retrata os progressos desencadeados nesta área, através da criação de novas formas de partilha de experiências museológicas e na recuperação de tesouros perdidos.

Para Guillaume Néry, campeão de mergulho em profundidade, o oceano não é um território desconhecido, mas colocará inúmeros desafios em 2050. “Oceanos”, o oitavo episódio deste especial, com estreia marcada dia 10 de agosto, conta com a perspetiva deste atleta sobre o futuro dos oceanos e o sonho daqueles que imaginam a organização de viagens aos fossos submarinos ou mesmo viver no mar.

Em 2050 a procura de produtos agrícolas terá aumentado 70%. “Agricultura”, com exibição dia 17 de agosto e a participação especial de Vandana Shiva, ecologista e diretora da Research Foundation for Science, Technology and Ecology na India, mostra que graças a drones e satélites, os agricultores poderão gerir o solo cultivável de forma mais precisa e sustentável, garantir a prática agrícola nas grandes cidades ou preservar a diversidade mundial sementes.

São produzidos todos os anos 15 biliões de desperdícios no mundo: orgânico, plástico, eletrónico e tóxico. Se continuarmos a este nível, em 2050 produziremos o dobro. No último episódio “Lixo”, que no dia 24 de agosto conta com a participação especial de Jeremy Irons, vencedor de um Óscar e protagonista do documentário “Trashed”, ficaremos a conhecer o sonho de muitos inventores de um mundo sem desperdício, onde o plástico reciclado, por exemplo, se tornará em material para a construção de edifícios.