NB smart app ultrapassa os 200.000 clientes frequentes e lidera na satisfação nas Apps Stores

Os Clientes do NOVO BANCO utilizam cada vez mais o seu smartphone na sua relação quotidiana, dando preferência à NB smart app para o acesso e movimentação das suas contas e compra de produtos financeiros.

Recentemente o número de utilizadores frequentes da NB smart app, ultrapassou a marca dos 200.000, com um crescimento de 87% face ao final de 2015 e de 17% desde o início do ano. Sintoma desta crescente preferência é também o facto de, pela primeira vez, os acessos quotidianos dos Clientes particulares através do mobile terem ultrapassado os do homebanking PC, o que se traduz também numa média de 16 acessos por utilizador por mês via NB smart app (mais 8 do que no PC).

Esta forte mudança de comportamento só é possível devido à elevada qualidade da aplicação, que lidera as avaliações dos utilizadores nas lojas de aplicações, nomeadamente quando comparada com as aplicações dos principais bancos do panorama nacional. Na loja de aplicações da Apple, onde estão disponíveis as aplicações para os smartphones iPhone, a NB smart app recolhe uma avaliação média de 4,4 em 5 o que compara com os 3,5 do banco que recolhe a segunda avaliação média mais elevada.

Já na loja Google Play, onde estão disponíveis as aplicações para telemóveis com o sistema Android (Samsung, Huawey, LG, Sony, etc), a avaliação média da NB smart app situa-se nos 4,5, face aos 4,2 recolhidos pelo segundo banco mais bem classificado.

Esta qualidade sustenta-se num trabalho quotidiano de acompanhamento dos Clientes, de análise contínua da sua experiência de utilização, dando resposta imediata e eficaz a qualquer dificuldade manifestada.

Outro aspeto fundamental para esta qualidade percecionada, é a contínua inovação e introdução de melhorias à oferta disponibilizada no canal mobile. Destaque neste contexto para o acesso com impressão digital, disponível tanto para smartphones iPhone como para os de sistema Android, o lançamento de uma oferta de depósitos exclusiva para Clientes da NB smart app, com taxas mais favoráveis do que as disponíveis noutros canais do banco, e ainda opções de facilitação do dia-a-dia, como a certificação de carregamentos e transferências, para tornar mais expedito e simples o processo de submissão de operações.

Nos próximos meses outras soluções e inovações serão progressivamente introduzidas na NB smart app, sempre enfocadas nas necessidades e preferências dos seus Clientes e sempre garantindo uma utilização fácil e agradável, em qualquer local em que os Clientes do NOVO BANCO estejam, de modo a assegurar a sua máxima satisfação.

 

NOVO BANCO lança nova campanha de Crédito Habitação

O NOVO BANCO acaba de lançar uma nova campanha de Crédito Habitação. Esta campanha diferencia-se porque tem na sua génese o território natural do banco: o da qualidade e rapidez de serviço, aliadas a uma oferta ampla e diversificada.

A produção de Crédito Habitação no NOVO BANCO tem aumentado fortemente, nos últimos meses, acima da própria evolução do mercado e este crescimento deve-se sobretudo à capacidade do banco em prestar um serviço de excelência, algo que é comprovado pelos números dos inquéritos internos pós-experiência, que dizem que mais de 90% dos clientes que fizeram Crédito Habitação no NOVO BANCO ficaram satisfeitos ou muito satisfeitos com os vários aspetos do serviço.

Conceito da Campanha:

Da mesma forma que qualquer pessoa, antes de comprar casa nova, visita o andar modelo, o conceito da campanha desafia o cliente a visitar o Crédito Modelo do NOVO BANCO, até porque “tão importante como ver a casa é ver o crédito”.

E quando visita o Crédito Modelo do NOVO BANCO, o que é que o cliente vai encontrar? Vai encontrar um atendimento de excelência, com resposta ao pedido de crédito em 24h e vai encontrar um conjunto amplo de soluções, sejam de taxa fixa ou variável, com a possibilidade de alargar o montante de financiamento, baixando em simultâneo o spread.

É assim que nasce o conceito criativo da campanha: Visite o Crédito Modelo do NOVO BANCO – porque tão importante como ver a casa é ver o crédito.

A campanha foi desenvolvida pela BBDO e estará presente em rádio, digital, agências e site.

 

Atividade e resultados do grupo NOVO BANCO no 1º trimestre de 2017

Os resultados do Grupo NOVO BANCO, do 1º trimestre de 2017, refletem o esforço de consolidação operacional prosseguido desde o exercício de 2016, tendo o resultado líquido sido negativo em -130,9M€, o qual compara favoravelmente com o prejuízo de -249,4M€ registado em março de 2016.

O produto bancário comercial deduzido dos custos operativos situou-se em 59,6M€ representativo de um crescimento de 7,0% face ao valor do primeiro trimestre de 2016.

O produto bancário que se situou em 180,8M€ registou um decréscimo de 22,8% face ao período homólogo embora com o contributo positivo do comissionamento (+8,2%).

Os custos operativos situaram-se em 135,2M€, evidenciando uma redução de 20,0M€ (-12,9%) face ao período homólogo do ano anterior, confirmando a tendência de redução que se vem verificando desde a criação do NOVO BANCO.

O montante afeto a provisões, no valor de 137,4M€, representa uma redução de 210,8M€ em relação ao valor registado no primeiro trimestre de 2016 (-60,5%), o qual incluía 109,6M€ de provisões para reestruturação. As imparidades para crédito no valor de 119,3M€ comparam com 185,5M€ no trimestre homólogo (-35,7%).

O crédito a clientes registou, no primeiro trimestre de 2017, uma redução de 0,3mM€ em linha com o processo de desalavancagem ainda em curso.

Os depósitos de clientes totalizaram 25,2mM€, acima do valor apresentado no 1º trimestre de 2016 (25,1mM€).

O rácio de capital regulamentar Common Equity Tier 1 (CET1) estimado para 31 de março de 2017 fixou-se em 10,8% que compara com 12,0% em dezembro de 2016.

 

Atividade e resultados do Grupo NOVO BANCO em 2016

Os resultados do Grupo NOVO BANCO refletem o esforço de consolidação operacional prosseguido durante o exercício de 2016, tendo o resultado operacional atingido 386,6M€ (+209% do valor registado no período homólogo do ano anterior que ascendeu a 125,0M€) determinado pela melhoria do produto bancário e pela redução dos custos operativos.

O produto bancário situou-se em 977,5M€ (+11,1% face a 2015) para o qual contribuiu o comportamento do resultado financeiro (+14,2%) e dos resultados de operações financeiras (+25,2%).

Os custos operativos situaram-se em 590,9M€, evidenciando uma redução de 163,8M€ (-21,7%) face ao período homólogo do ano anterior. O comportamento dos custos operativos permitiu a melhoria expressiva do rácio de eficiência, com o Cost to Income a evoluir para 60,4% que compara favoravelmente com 85,8% em dezembro de 2015.

O montante afeto a provisões, no valor de 1374,7M€ representa um acréscimo de 316,8M€ em relação ao ano anterior. As imparidades incluem 672,6M€ para crédito, 315,9M€ para títulos e 98,2M€ para custos de reestruturação.

O elevado nível de provisionamento (1374,7M€) conduziu a um resultado líquido negativo de 788,3M€, o qual compara favoravelmente com o prejuízo de 929,5M€ em 2015.

Em linha com a prossecução do processo de desalavancagem do balanço, especialmente na carteira internacional, o crédito a clientes registou, no exercício de 2016, uma quebra de 3,7mM€ (parte importante relacionada com a transferência para ativos em descontinuação do BESV e do NB Ásia).

No último trimestre do ano o crédito a clientes reduziu-se em 0,4mM€, com o crédito à habitação e o outro crédito a particulares a manterem-se ao nível do registo no final do terceiro trimestre.

No quarto trimestre, os depósitos de clientes apresentaram um crescimento de 0,9mM€, em recuperação face à quebra verificada no início do ano. Ainda assim, o valor de 25,6mM€, registado em 31 de dezembro de 2016 representa uma redução de 1,8mM€ face ao período homólogo do ano anterior (evolução que não foi alheia à retransmissão de obrigações para o BES).

Os objetivos fixados no Plano de Reestruturação foram integralmente cumpridos. Assim, e relativamente a novembro de 2015 (data de referência para efeitos dos compromissos assumidos com a DG Comp no âmbito do Plano de Reestruturação), o número de colaboradores reduziu-se em 1312 (incluindo as atividades em descontinuação), face ao objetivo estabelecido de redução de 1000 a 31 de dezembro de 2016. A rede de distribuição evoluiu para 537 balcões (objetivo: 550 a 31 de dezembro de 2016) apresentando uma redução de 116 unidades. A redução dos custos operativos ultrapassou a meta estabelecida (-150M€ a 31 de dezembro de 2016).

No que se refere ao Side Bank, ou seja, os ativos não estratégicos do Grupo NOVO BANCO, o seu valor era de 8 737M€, líquido de provisões, em 31 de dezembro de 2016 (10 843M€ a 31 de dezembro de 2015).

O rácio de capital regulamentar Common Equity Tier 1 (CET1) estimado para 31 de dezembro de 2016 fixou-se em 12,0% que compara com 13,5% em dezembro de 2015, encontrando-se em linha com os principais bancos portugueses.

 

NOVO BANCO e Museu de Serralves lançam edição de 2017 do Prémio de Fotografia NOVO BANCO Revelação

O NOVO BANCO e o Museu de Serralves lançam a edição de 2017 do Prémio NOVO BANCO Revelação, que distingue jovens criadores portugueses no campo da fotografia contemporânea. Esta iniciativa premeia anualmente um grande vencedor, e atribui uma bolsa de produção no valor de 15.000 euros para a concretização do projeto escolhido, sendo o tema do projeto livre.

Um júri internacional, de composição diferente em todas as edições, seleciona numa primeira fase quatro projetos de entre as candidaturas recebidas. Os nomes dos quatro criadores serão divulgados em maio e publicados num catálogo que, para além de imagens que os documentam, inclui entrevistas feitas aos artistas.

Numa segunda fase, o júri elege como grande vencedor do prémio um destes quatro projetos. O vencedor, que será anunciado em meados de julho, recebe uma bolsa de produção e tem a oportunidade única de apresentar o seu trabalho numa exposição individual no Museu de Serralves, a inaugurar em novembro próximo.

Serão admitidos a concurso projetos de criadores de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiros a residir em Portugal, com idade limite de 30 anos (à data de fecho das candidaturas, 30 de abril de 2017).

Ao apostar com o Museu de Serralves numa iniciativa que promove o surgimento de novos criadores, o NOVO BANCO reforça a sua estratégia de mecenato cultural na área da fotografia e, simultaneamente, intervém na comunidade através de formas inovadoras de dinamização da arte, nomeadamente no contexto dos jovens artistas contemporâneos portugueses.

 

NOVO BANCO lança novo programa de Igualdade de Género

No âmbito da política de Responsabilidade Social Empresarial e de Sustentabilidade, que
o NOVO BANCO denomina de política de dividendo social, a Comissão Executiva acaba de
lançar um novo programa de Igualdade de Género (#NB Equal Gender), pretendendo
desta forma assumir um papel de referência neste domínio.
Os compromissos agora assumidos no âmbito da igualdade de género vêm ao encontro
dos objetivos estratégicos do NOVO BANCO, que passam pela adoção das melhores
práticas na área da gestão do capital humano, no domínio da motivação e no
desenvolvimento e retenção de talentos. Também neste domínio se lançou o Programa
de Work & Life, programa de conciliação vida pessoal e profissional.
Atualmente, o NOVO BANCO já atingiu a paridade de género no número total de
colaboradores, verificando-se até uma superioridade numérica de colaboradoras
mulheres na faixa etária até aos 45 anos. Todavia verifica-se que o género feminino
mantém-se sub-representado em funções de desempenho de nível superior, tais como
quadros diretivos e funções de chefia (gerentes, chefes de serviço…), essa subrepresentação
verifica-se por apenas 31,8% dos quadros diretivos serem mulheres e esse
número descer para 34% ao nível das direções de primeira linha. Refira-se que nas chefias
abaixo de 40 anos as mulheres já ocupam 55% dos lugares.
O programa de aceleração NB Equal Gender visa garantir um maior equilíbrio em linha
com a base de clientes, o talento disponível e um princípio de meritocracia global.
O Novo Banco espera a breve trecho anunciar uma Comissão Executiva com dois
elementos femininos, num total de 7 elementos, o que representa um peso de 28% e que
acontecerá pela primeira vez na banca portuguesa.
Mas o programa apresenta objetivos concretos. Ao nível dos Quadros Diretivos, o
objetivo é passar o peso do género sub-representado dos atuais 32% para 40% em 2020.
Ao nível de Coordenação de Departamentos, 9 em 39 são hoje mulheres (23,6%) sendo o
objetivo aumentar para 33% a representatividade este nível, até 2020.
Por outro lado, foi também assumido o compromisso de redução do gap salarial,
pretendendo-se anular progressivamente as diferenças salariais que ainda existem entre
géneros em funções desempenho e /ou comparáveis, sendo o objetivo para 2020 um gap
salarial sempre inferior a 5%.

 

NOVO BANCO disponibiliza 300 M€ em nova linha de crédito FEI de apoio às PME inovadoras

O NOVO BANCO disponibiliza uma nova linha de crédito no valor de 300 milhões de euros
tendo por base o acordo celebrado com o Fundo Europeu de Investimento (FEI), que tem
como beneficiários Micro, Pequenas e Médias Empresas (PME), assim como empresas de
maior dimensão (empregando até 499 trabalhadores).

Esta transação beneficia do apoio financeiro da União Europeia através do Programa
Horizonte 2020 e do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE), criados no
âmbito do Plano de Investimento para a Europa. O FEIE visa apoiar o financiamento de
investimentos produtivos na União Europeia e assegurar um maior acesso a fontes de
financiamento.

Esta nova linha destina-se especificamente a empresas que pretendam financiamento para
apoiar as suas atividades ou projetos de investigação, desenvolvimento e inovação, até um
máximo de 7.5 milhões de euros, e conta com uma cobertura do FEI para 50% do risco de
crédito subjacente, sendo por isso muito relevante no apoio aos projetos aprovados nos
sistemas de incentivos à inovação produtiva e qualificação de PME no âmbito do Portugal
2020.

Com esta nova linha, o NOVO BANCO reforça a sua posição de liderança entre os bancos
portugueses no acesso a apoios do FEI destinados ao financiamento da economia
Portuguesa, alcançando um valor acumulado de 660 milhões de euros.

Este instrumento reveste-se de particular importância para o NOVO BANCO porque permite
o acesso das PME portuguesas a condições de financiamento mais favoráveis, promovendo
assim a criação de emprego e o crescimento da economia, e dando continuidade à estratégia
prosseguida pelo NOVO BANCO de permanente apoio ao tecido empresarial Português.

Trata-se da terceira transação do mesmo tipo assinada entre o NOVO BANCO e o FEI, depois
do sucesso alcançado com o lançamento, em outubro de 2013, da linha “Risk Sharing
Finance Facility” e, em julho de 2015, da linha “InnovFin SME Guarantee Facility”, através
das quais o NOVO BANCO facultou 360 milhões de Euros de financiamento a mais de 400
empresas inovadoras suas clientes.

 

Inspeção de turbinas eólicas com drones vence NOVO BANCO Concurso Nacional de Inovação

Um projeto para inspecionar as turbinas eólicas com drones é o grande vencedor da 12.ª
edição do NOVO BANCO Concurso Nacional de Inovação, que entre as 30 candidaturas
distinguiu ainda outros dois projetos. Esta solução inovadora é seis vezes mais rápida e até
oito vezes mais económica do que os métodos atuais.
Os prémios foram hoje entregues, no Espaço NOVO BANCO, numa cerimónia presidida por
António Ramalho, Presidente do Conselho de Administração do NOVO BANCO, que contou
ainda com a apresentação do case study por Susana Miranda Sargento, reconhecida com o
1º Prémio Mulheres Inovadoras da União Europeia 2016.
O setor da energia eólica está hoje focado na redução de custos operacionais e pretende
ser uma alternativa económica cada vez mais viável às fontes fósseis. Com mais de 330 mil
turbinas eólicas em operação em todo o mundo, é uma área que tem sido muito atingida por
inspeções periódicas, já que os métodos tradicionais são inoperantes e dispendiosos.
A Pro-Drone surge com o objetivo de revolucionar a forma como são inspecionadas as pás
de turbinas eólicas, através da alavancagem de métodos de automação e controlo de
veículos aéreos não-tripulados (por exemplo, os drones), em conjunto com o processamento
de dados na cloud.
O drone permite ver o ambiente que o rodeia, identificar a pá a ser inspecionada e
posicionar-se autonomamente numa ótima localização, transformando o processo de
inspeção num método robusto, seguro e repetível.
Esta nova tecnologia pode ser aplicada para a inspecionar qualquer outra estrutura vertical
tal como pontes, edifícios, chaminés, torres de transmissão, entre muitos outros.
Na edição de 2016 do NOVO BANCO Concurso Nacional de Inovação recebeu 30 projetos,
nas áreas de ‘Processes Industriais’, ‘Saúde’ e ‘Tecnologias de Informação e Serviços’. Para
além do projeto vencedor, foram ainda atribuídos dois prémios aos vencedores setoriais.

Uromonitor – teste não invasivo do cancro da bexiga distinguido na categoria de
‘saúde’
O Uromonitor é um ensaio ultrassensível que, através de uma amostra de urina obtida de
forma fácil e conveniente de forma totalmente não invasiva, deteta mutações genéticas
altamente específicas do cancro da bexiga. Este novo método traz uma significativa redução
de custos ao sistema de saúde.
A equipa de investigadores do Ipatimup e do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde
(i3S) teve como missão melhorar a qualidade de vida dos doentes com cancro da bexiga e
ajudar o sistema de saúde a lidar com os elevados custos associados ao dia-a-dia desta
doença.
Este teste responde a uma necessidade real, é inovador e tem grandes vantagens
competitivas. Já está a ser validado em centros de referência em Urologia em Portugal e na
Europa.

HOPI premiado na categoria de ‘Tecnologias de Informação e Serviços’
É uma nova plataforma web para a digitalização dos processos clínicos hospitalares
aplicada à veterinária. Com um sistema poderoso de auditoria, o HOPI permite um
acompanhamento do veterinário no planeamento e execução de um internamento, além de
auxiliar na monitorização e posterior relato dos tratamentos, otimizando os processos e
potenciando a maximização das receitas através de um registo mais detalhado de custos.
Iniciativa já atribuiu 3,340 milhões de euros para inovação

O NOVO BANCO Concurso Nacional de Inovação tem como principais objetivos premiar a
excelência na investigação, contribuir para uma economia mais competitiva, bem como
promover e estimular uma cultura empresarial orientada para a inovação. A existência de
categorias setoriais e a parceria com entidades de maior relevo na área da Ciência,
Tecnologia e Inovação a nível nacional são os principais diferenciadores desta iniciativa.
Entre os parceiros desta iniciativa, destacam-se a Fundação para a Ciência e Tecnologia, a
COTEC, a Tecmaia, o INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, a APBA
(Associação Portuguesa de Business Angels), e nove das mais representativas e reputadas
universidades do país.
A estrutura dos prémios envolve o seu valor pecuniário, no valor de 15 mil euros, e o
financiamento da patente, no montante de 10 mil euros, num total de 25 mil euros. O
vencedor do Concurso recebe um prémio complementar de 15 mil euros.
As doze edições do NOVO BANCO Concurso Nacional de Inovação totalizam 1.663 projetos
a concurso e foram atribuídos 3,340 milhões de euros em prémios nos vários setores,
alguns dos quais são hoje verdadeiros casos de sucesso empresarial, como a BERD, a
Medbone e a Feedzai.

NOVO BANCO Revelação 2016 apresenta obras de Andreia Santana

O NOVO BANCO e o Museu de Serralves apresentam a partir de 24 de novembro, às
22h00, a exposição NOVO BANCO REVELAÇÃO, com “História da Falta”, um projeto da
artista Andreia Santana (Lisboa, 1991), vencedora da edição de 2016 do Prémio NOVO
BANCO REVELAÇÃO.
O Prémio NOVO BANCO REVELAÇÃO é uma iniciativa do NOVO BANCO em parceria com
a Fundação de Serralves, que já distinguiu 39 artistas e tem como objetivo incentivar a
produção e criação artística de jovens talentos portugueses, tendo por base uma lógica de
divulgação, lançamento e apoio a todos os artistas que recorram ao meio da fotografia.
A prática artística de Andreia Santana estende-se da escultura ao vídeo, passando pela
fotografia e relaciona-se diretamente com a prática da arqueologia: a artista é colecionadora
de catálogos de instrumentos e ferramentas (como pás, picaretas e tabuleiros) usados em
arqueologia. O seu interesse é explicado pela própria, quando afirma que enquanto fazedora
de objetos tem consciência de que eles poderão um dia vir a ser desenterrados por
arqueólogos, cuidadosamente limpos, restaurados e classificados.
O projeto de Andreia Santana para a edição de 2016 da exposição NOVO BANCO
REVELAÇÃO partiu de várias visitas da artista a fábricas portuguesas que produzem
ferramentas utilizadas na arqueologia. Estas unidades fabricam utensílios que permitem
fazer ressurgir o desaparecido e dedicam-se, ironicamente, a auxiliar modos de produção
manual, eles próprios em vias de desaparecimento.
Nestas fábricas, a artista recolheu imagens e materiais que agora exibe na exposição no
Museu de Serralves. Um exemplo são as placas de metal “rendilhadas” que resultam da
produção em massa de pás e outros instrumentos, e que a artista apresenta sem qualquer
tipo de intervenção, enquanto verdadeiros readymade. A par destes objetos, Santana
produziu uma série de diapositivos que mostram ferramentas arqueológicas e o seu sistema
de fabrico. A opção premeditada pela fotografia analógica e por um sistema de apresentação                                                             de imagens considerado obsoleto serve à artista para aproximar a fotografia
da arqueologia, enquanto meios privilegiados para invocar a falta.
O trabalho de Andreia Santana foi escolhido entre quatro finalistas do Prémio NOVO
BANCO REVELAÇÃO 2016, por um júri presidido por João Ribas (Diretor Adjunto e Curador
Sénior do Museu de Serralves) e constituído por Alice Motard (Curadora Chefe do CAPC –
Museu de Arte Contemporânea de Bordéus); Émilie Villez (Diretora da Fundação Kadist,
Paris); Luca Lo Pinto (curador da Kunsthalle Wien, Viena); Ricardo Nicolau (adjunto da
direção do Museu de Serralves) e Filipa Loureiro (curadora do Museu de Serralves). Além
da vencedora foram finalistas do Prémio os artistas Rogério Costa Ribeiro, Pedro Huet e
Henrique Pavão.
A acompanhar o Prémio foi publicado um catálogo que apresenta o trabalho dos quatro
finalistas e que, para além de imagens que documentam os projetos, inclui entrevistas aos
artistas conduzidas por Ricardo Nicolau, adjunto da direção do Museu de Serralves e
membro do júri do Prémio NOVO BANCO REVELAÇÃO 2016.

NOVO BANCO conclui com sucesso colocação de uma securitização de 385,6M€

O NOVO BANCO, S.A. colocou com êxito junto de investidores institucionais a totalidade
das Obrigações de Classe A no montante de 385,6 milhões de euros. A operação foi
aprovada pela CMVM e a liquidação financeira ocorrerá no dia 22 de novembro.

Como já tinha sido previsto a 7 de novembro, o NOVO BANCO, S.A. securitizou créditos
concedidos a pequenas e médias empresas e procedeu agora ao lançamento e pricing do
respetivo veículo LUSITANO SME NO. 3. Esta é a terceira operação de securitização de
direitos de crédito sobre PME e foi realizada através do Deutsche Bank AG, London Branch
e o J.P. Morgan Securities plc que atuaram como Joint Arrangers e Joint Lead Managers.

Esta operação insere-se nas prioridades de gestão integrada da sua atividade de crédito a
pequenas e médias empresas, mercado onde tem uma quota superior a 20%, e a colocação
demonstra confiança do mercado internacional neste tipo de créditos a empresas
portuguesas.