Biópsia das Vilosidades Coriónicas tem taxa de 100% na Joaquim Chaves Saúde

A Joaquim Chaves Saúde assume-se como uma referência no estudo das Biópsias das Vilosidades Coriónicas (BVC), uma técnica invasiva de diagnóstico pré-natal, traduzida numa taxa de sucesso de 100%, com resultados mais correctos e mais rápidos.

A Biopsia das Vilosidades Coriónicas permite avaliar o material genético fetal e rastrear doenças genéticas específicas. O exame consiste na recolha de uma pequena amostra de tecido placentar (vilosidades coriónicas) através da qual se avalia o material genético fetal, que permite identificar alterações cromossómicas como a trissomia 21, 13 e 18. A BVC é realizada entre as 11 e as 14 semanas de gravidez.

Os resultados do diagnóstico de aneuploidias (DRA), relativo ao estudo das trissomias dos cromossomas 21, 13, 18 e cromossomas sexuais, são obtidos no dia da punção ou no dia seguinte ao da colheita. O resultado do cariotipo fetal definitivo é obtido entre 5 a 7 dias após a colheita.

O Serviço de Genética Médica do Laboratório Dr. Joaquim Chaves desenvolve, desde 2008, metodologias próprias e específicas ao processamento das amostras fetais.

A especialização permitiu-lhe ser o primeiro laboratório privado a disponibilizar o estudo laboratorial das BVC a unidades hospitalares públicas e privadas de referência.

 

Joaquim Chaves na vanguarda da Mamografia 3D

A Clínica de Miraflores da Joaquim Chaves Saúde tem um novo mamógrafo que permite a realização de tomossíntese em todos os exames. A tomossíntese é a mais moderna técnica de mamografia digital que permite analisar, em três dimensões – mediante cortes de 1 mm – todo o volume da mama. Esta técnica tem a vantagem de permitir detectar lesões que poderiam passar despercebidas nos exames tradicionais e com menor dose de radiação.

Do ponto de vista do paciente trata-se de um exame idêntico à mamografia, mas que, em poucos segundos, fornece imagens de vários ângulos e é menos incómodo para a mulher porque exerce menos compressão da mama.

Apesar de inovadora em Portugal, a eficácia desta técnica foi testada com uma amostragem de 500.000 mamografias realizadas com e sem tomossíntese. O estudo, realizado nos Estados Unidos em 13 hospitais, com 139 radiologistas, identificou um aumento na deteção de cancro da mama e uma diminuição no número de exames complementares.